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HUMBERTO HEITOR HILARIO: Fico penalizado em ver que Pavarotti estava no fim da vida, angustiado até mesmo, quem sabe, depressivo porque não estava tendo toda atenção que merecia e que toda fama e amigos que tinha ganhado pelos longos anos de carreira não foram suficiente para que o confortasse nestes dias ruins. Pavarotti foi uma pessoa adorada mundialmente pelas suas qualidades diversas. E quem não gostaria de conhecer Pavarotti pesoalmente? Sou um iniciante de canto lirico e aprendi a gostar do canto só quando Pavarotti faledeu; assisto a interpretação da ria de Turandot ( Nessun Dorma )no concerto de 1993 em Nova Yorque todos os dias e não acredito até hoje que Pavarotti já não existe mais.Como profissional foi excelente e será lembrado por muitos e muitos anos como " O Rei dos agudos". Tenho saudaes de não ouvir mais falar de Pavarroti e concertos ao vivo que mostravam a cada apresentação o virtuosismo do Tenor Pavarotti, gostaria de o ter conhecido um dia para conversarmos, mas infelizmente não vai ser mais possivel.Um Abraço e até mais amigos.
(wrote on July 12 in the posting Amiga de Pavarotti diz que esposa "o atormentava")Antonio: Eu também já. Muito bom mesmo.
(wrote on May 9 in the posting Veja como dá para ganhar 5 mil reais por mês com o cartão MEGABÔNUS!!!)Marcus: O Megabonus é realmente o melhor cartão de credito existente no mercado. Eu por exemplo ja estou ganhando uma boa grana com ele.
(wrote on May 9 in the posting Veja como dá para ganhar 5 mil reais por mês com o cartão MEGABÔNUS!!!)Paulo Dunlop: Segundo a CEF, não é possível sacar o FGTS por procuração, no caso de residentes no exterior, como o meu caso. Somente o titular pode fazê-lo. Favor rever o texto e sua fonte. Abs, Paulo.
(wrote on April 15 in the posting FGTS: quando e como o trabalhador pode sacar o saldo?)Eduardo Figueredo: Ola pessoal, optei por fazer minha Rinoplastia esse ano e adorei os resultados, mudou muito a minha vida, passei pela Pro Corpo e recomendo essa clinica de qualidade confiram http://www.procorpoplastica.com.br Abraços Eduardo Figueredo Engenheiro Civil
(wrote on April 2 in the posting Vaidade masculina em alta )aline garcia: COMOS E CHAMA O HOMEM QUE FOI FAZE CIRURGIA PRA SER MULHER? SERA FIM DO PINTO
(wrote on March 1 in the posting FRASES DO ANO)
carlos eduardo da silva:
Quero uma velhinha bem crocante! E você?
Carlos Eduardo da Silva
Qualquer cidadão mais atento ao noticiário pode se recordar que o cineasta Orson Wells se imortalizou ao fazer uma transmissão radiofônica na década de 30, intitulada A Guerra dos Mundos, que ficou famosa mundialmente por provocar pânico nos ouvintes que imaginavam estar enfrentando uma invasão de extraterrestres, baseados simplesmente naquilo que ouviam. Este episódio foi parar nas telas do cinema.
Outro antigo filme de ficção científica, que na versão brasileira saiu com o nome de Soilentes, estrelado por Chalton Heston, nos contava a história de uma sociedade futurista que incentivava a eutanásia para pessoas idosas. Elas eram enganadas por grandes telões que as faziam acreditar que, ao morrerem, deixariam aquele mundo de sacrifícios e sofrimentos em que as pessoas disputavam água e alimento racionados e iriam para um lugar maravilhoso, uma verdadeira Passargada e, lá, seriam “amigas do Rei”. O alimento dessa sociedade se chamava Soilentes e mais parecia um pedaço de cola de madeira produzido pela indústria alimentícia que tinha o patrocínio do governo. Mas, como é difícil guardar segredos, sejam eles de divãs, sejam de grupos, um sujeito (Chalton Heston) descobriu que o lugar, para onde mandavam os velhinhos que optavam por morrer, era uma fábrica de alimentos que os transformavam em comida para o resto de uma população faminta e desesperada.
Estes dois pequenos exemplos da filmografia americana nos dão a visão do alcance a que se pode chegar, quando os meios de comunicações ficam nas mãos de um super-poder sem um mínimo de escrúpulo no seu manuseio e no manuseio das massas – do coletivo. Com os recursos tecnológicos cinematógrafos qualquer cineasta com o talento de Steven Spielberg, o criador do Parque dos Dinossauros, poderia reproduzi, geleiras se dissolvendo, e todo um aparato de efeitos atmosféricos que, ajudados pelos noticiários, colocariam a população mundial aterrorizada e preocupadíssima com nosso ecossistema.
É a criação de um mundo virtual pelo ilusionismo dos telões e telinhas. É o princípio da criação da MATRIX e do BIG BROTHER, descrito no livro “1984” – que gradativamente some das livrarias -, do jornalista escritor George Orwell, que trabalhava com informações privilegiadas do Partido Comunista Espanhol e da Internacional Comunista e, assim, “previu” a formação da União Européia com antecipação de décadas. E cadê o filme “1984”, baseado no livro que, passado a mais de 30 anos, não durou mais de um mês no circuito comercial – para deleite esotérico do vanguardismo filosófico do PCB, Partido Comunista Brasileiro – por ser extremamente deprimente? Este episódio, por si só, prova a aliança do Partido Comunista com as forças progressistas remanescentes e constituintes da ditadura militar, na construção do novo modelo de pensar a sociedade brasileira. – mas, não do novo modelo de pensar da sociedade brasileira, a medida que está sendo construído a revelia desta.
Em resumo, a última palavra em filosofia (heideggeriana) é: a verdade ou a realidade atinge-se pelo que é mais universal, ou seja, a verdade e a realidade é aquilo que o maior número de pessoas pensa que é. O ministro da Propaganda do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, Josef Goebbels, resumiu esta filosofia na máxima que dizia “uma mentira dita mil vezes torna-se verdade.”
Os Comunistas tentam esconder que são norteados pela mesma filosofia que norteou os nazistas e criam realidades virtuais para dominar o coletivo e mimetizar sua verdadeira ideologia (marxista-leninista), e, para isso, contam com os meios de comunicações de massa - os telões e as telinhas (TVs).
Todos os meios de comunicações, hoje, encontram-se sob o domínio dos Partidos Comunistas associados à Internacional Comunista.
Os comunistas dos países da União (Comunista) Européia escolheram um modelo de sociedade que difere do modelo chinês, qual seja o de um governo sendo exercido por um sisudo Comitê Central do Partido Comunista, tendo as cores vermelha e amarela e os símbolos da foice e o martelo como emblemas do regime. Atualmente estão em processo de mutação, já abriam mão das cores vermelha e amarela e, recentemente, optaram pelo capitalismo de Estado, sob aparente economia de mercado. Os europeus optaram por um modelo moderno e alternativo que é o de um Comitê Central – que os filósofos (Hegel e Heidegger) preferem chamar de Conselho de Anciãos – como centro principal de decisões do país, conservando os poderes e os partidos de uma democracia convencional neoliberal com uma “economia de mercado”, respeitando inclusive o trono naqueles países de tradição monárquica como na Espanha e Inglaterra, e preservando as religiões e o esporte como fatores de domínio das massas. Ou seja, uma democracia pluripartidária de fachada com um Comitê Central do Partido Comunista por trás. Isto foi conseguido graças a uma aliança com o liberalismo e a social democracia, muito embora ao longo do tempo os comunistas foram comendo ambos pelas beiradas.
Este também foi o modelo escolhido pelo Brasil. Mais precisamente pelo Partido Comunista Brasileiro, que se desdobrou em PPS, PSDB, PSB, PC do B, PT e em partidos cujos perfis seriam liberais, como o PFL, PL, PP, PMDB etc., etc.., tomando lhes o poder e dando nos uma aparência de democracia liberal pluripartidária. Assim formou um curral eleitoral criando o voto eletrônico (vendido a população sob a mentira de avanço político eleitoral), e ninguém consegue votar em quem não pertença ao Partido. Não se pode mais votar no macaco Tião, por exemplo.
Para a construção de um socialismo-democrático com esta fachada precisa-se de muitos figurantes, conscientes dela ou não, para manter as aparências das divergências e oposições, afinal de contas “toda unanimidade é burra”. E, precisam principalmente da participação dos meios de comunicações, que desempenham um papel fundamental na dinâmica deste jogo de construção da realidade do novo display comunista, para confundir as massas e governar.
Trata-se de uma boa opção para os comunistas; sem revoluções sangrentas e sem grandes manifestações de ruas e etc., como as que vemos na Venezuela de Hugo Chaves e na Bolívia de Evo Morales, que prestam enorme favor aos modelos escolhidos pelo Brasil, Argentina e Chile. A medida que vemos o quê se passa lá não enxergamos o quê se passa aqui. Eles têm esta função a de atrai para si às atenções. Assim enquanto os meios de comunicações nos transmitem que foi uma estatização de uma empresa da Petrobrás pelo governo Evo Morales, o que realmente houve, foi um repasse de uma refinaria de gás brasileira, construída com o dinheiro sacrifício de nosso povo, para ajudar Evo Morales na construção o socialismo deles, que depois de cumprirem a sua função de chamarizes no continente, poderão ser modificados, usando os meios de comunicações da mesma forma que foi usada neste caso, com o simulacro e o ilusionismo das massas. O modelo que o Brasil escolheu é bom, mas tem “seu porém”, sem o conhecimento da maioria da população, incluindo aí muitos militantes do próprio Partido, que ignoram a opção por este modelo, e permanecem como massa de manobra, para objetivos políticos que são baixados pelo centralismo democrático e que somente as cúpulas desses partidos sabem quais suas reais intenções. O Estado/Partido esconde-se atrás da política do social, enquanto afasta cada vez mais o centro do poder das bases, composta por um coletivo, maquiavelicamente, mantido no analfabetismo e na ignorância, para não terem consciência do regime em que vivem e de como são enganados pelos meios de comunicações, os telões e as telinhas.
É fundamental discutirmos e destacar a questão da supressão dos direitos individuais do cidadão e o uso da tortura psicológica em função do benefício do coletivo (do universal), leia-se do Estado/Partido. Ao mesmo tempo em que exalta a cidadania e a família, o Estado usa a mulher e os filhos – o que justifica todo um aparato dele em protegê-las - para vigiar e destruir seu companheiro e sua própria família em função do Partido, haja vista, Rosane Collor de Mello e Tereza Collor de Mello. Estas duas coxudas detonaram com uma chave de pernas e no maior salto alto o liberalismo da República das Alagoas, sendo que esta última ainda foi vendida via programa Amaury Jr. para vigiar algum outro empresário depois da morte de Pedro Collor de Mello; MAUra Baptista de Azevedo, minha ex-mulher, que deixou nosso filho, na época com 6 anos de idade, exposto a um tormento psicológico promovido por nossos vizinhos para me induzir a um tratamento psicológico por ter sido ex-militante do Partido; a micheteira política Nilcéia Pitta; e muitas atrizes da TV Globo que se casam com empresários e ex-militantes para vigia-los até mesmo embaixo do edredom e, se necessário for, destruírem suas próprias famílias em função da política do Partido/Estado. E quem decide que fulano de tal vai perder os seus direitos e/ou sua vida e em função de que ato praticado por ele? Esta questão não é clara e sempre foi omitida e escamoteada dentro do Partido a medida que a garantia dos direitos individuais do cidadão era uma bandeira de luta do Partido (PCB) contra a ditadura e hoje, ele não fala claramente para a sociedade que o cidadão comum pode perder seus direitos e até ser interditado com a ajuda de sua mulher e seus filhos.
Ora, dá para acreditar?
Depois que os espanhóis do caso Bateau Mouche, foram expulsos do país sob tortura psicológica promovida pelo jornalista e escritor Zuenir Ventura, colunista de O Globo e ex-articulador do Partido Comunista Brasileiro para a imprensa, em franca tabelinha com o psicanalista de um dos espanhóis e mancomunados com o Ministério Público; tiveram seus bens arrestados e foram presos por ordem do Partido, e a imprensa, via telinha, veiculou a notícia como se eles tivessem fugido do país;
Depois de ver as gravações que a minha psicotorturapeuta da Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro, Márcia Erlich, cedeu para o mesmo jornalista escritor Zuenir Ventura transformá-las em livro, sob o título Inveja, mal secreto, que foi lançado pelo Jornal da Tarde pela telinha da TV Globo, enquanto eu via o jornal e minha casa era espionada por um “aparelho” do Partido;
Depois de ficar aproximadamente 28 anos sob vigília do Partido e sofrer varias torturas psicológica sob forma de tormento promovidas pelo PCB e pelos partidos de esquerda, para me induzirem a um tratamento psicológico a fórceps, por ser uma testemunha daquele caso e porque depois que me fizeram vir para o Vale do Paraíba, denunciá-los ao MP Federal e Estadual/RJ e pedir uma investigação a Polícia Federal sob protocolo MP / DPF / SP / NAD / SRA / 06 / SET / 2006 10:47 000004860, acerca da participação do Ex-Governador Geraldo Alkmin (amigo pessoal e político de meu ex-sogro Dr. Neymar Neves), seu ex-Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Saulo de Castro Abreu Filho, ambos do PSDB, e do coronel da PM Sebastião Souza Pinto, ex-chefe do Centro de Policiamento da Polícia Militar do Interior do Vale do Paraíba, ligado ao PPS, por serem os responsáveis pela colaboração da Polícia Militar do Estado de São Paulo, que em conjunto com minha ex-mulher, MAUra Baptista de Azevedo e seus familiares (todos funcionários públicos da área de saúde) incluindo entre eles, meu ex-cunhado José Carlos Moraes, ASPONE da deputada federal Ângela Guadagmim do PT, juntamente com parte da população da cidade de Redenção da Serra/SP esforçaram-se por me darem uma curra psicológica para me levarem ao Psiquiatra da Cidade chamado Maurício Lucchese, aparentado de Bette Lucchese, repórter da TV Globo;
Depois de ficar com um zumbido no ouvido; manchas roxas espalhadas pelo corpo; duas úlceras; separado de meus filhos, quando eles ainda eram menores; de sofrer de Síndrome do Pânico, e ficar com vários problemas de saúde como resultado disso tudo; de baterem em meu carro propositadamente; de botarem fogo em outro carro meu; de colocarem mecânicos para fazerem dois outros carros meus baterem motor; de levar um soco na boca dado pelo meu ex-cunhado Mário Celso Azevedo, que ganhou do PSDB, uma vaga de cirurgião dentista em São Luiz do Paraetinga/SP, por eu gritar que eles estavam me torturando; de descobrir que o partido tinha atravessado MAUra Baptista em meu caminho para me fazer sofrer; de ter que me mudar por mais de 10 vezes em função dessa perseguição; de levar mais de R$ 4.000,00 em multas em um só carro; de andar com GPS no meu carro muito antes do GPS ser comercializado como dispositivo de segurança (enganosa); de o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, na gestão do Excelentíssimo Presidente Celso Luiz Limongi, forjar um kafkaniano processo administrativo nº 04/06 promovido pela Excelentíssima Drª.Juliana Salzani, Juíza de Direito da 2ª Vara Judicial de Guaratinguetá/SP baseando-se no falso testemunho de meus colegas de trabalho, funcionários do cartório em que eu era lotado; de estar sofrendo com as torturas psicológico-sexual e toda sorte de constrangimento feita por qualquer mulher de programa da cidade onde moro; de perder várias vezes a minha libido em função desses constrangimentos; de estar sendo enganado e surrupiado em meus bens para ser levado a ficar quebrado e não poder divulgar minha história; de não poder contar com ajuda de advogados ou qualquer instituição que defenda os direitos humanos;
Depois de saber que os meios de comunicações, as telinhas, têm o poder de transmitir um programa ou mesclar uma notícia no noticiário, que poderá aparecer somente no seu estado, na sua região, no seu bairro ou somente em seu edifício e com o aparecimento do modelo digital, isto ficará mais eficiênte;
Depois que Chico Buarque de Holanda transformou-se em garoto propaganda da repressão Estado/Partido lançando o livro Estorvo, em 2004 (por coincidência, data em que eu estava ápice do sofrimento sob uma curra psicológica, em Redenção da Serra/SP), que transformado em filme divulga, a boca miúda (leia-se esoterismo partidário) informações privilegiada para seus camaradas do Partido Comunista, a forma como o Estado/Partido moderno persegue quem sabe de seus segredos, e de ele “flertar” com uma morena nas praias do arpoador somente para sacaniar o maridão dela, que pela telinha, a imprensa deu nome e endereço, e é vigiado pela mulher que faz michê político para o Partido/Estado;
Depois de continuar morando no kitinet, no centro de Taubaté/SP, e permanecer como (um sem números de outros) preso político do Partido que me vigia pelo aparelho do andar de cima, que tem a visão de minha casa com uma câmara que os possibilita me verem através da parede (isto mesmo, através da parede, eles já possuem esta tecnologia e poucos sabem) durante 24 horas por dia e que já me fizeram entender que têm linha direta com a telinha da TV Globo, podendo ser localizado em qualquer lugar da cidade e tendo boa parte de colegas de Tribunal de Justiça/SP a fazer graçinhas com a minha desgraça e de ter um dia de trabalho pior que o anterior em função daquilo que faço em casa (por exemplo, se pego no computador para descrever a vida miserável venho levando);
Depois da maior fraude eleitoral de todos os tempos, armada pela telinha da Rede Globo de Televisão, em que a candidata do PPS, Juíza Denise Frossart, antiga militante do PCB debate com o seu “opositor”, Sérgio Cabral Filho, que namora idosos a longo tempo e é antiga infiltração do PCB dentro do PMDB, para disputar a eleição para governo do Estado do Rio de Janeiro, que bem poderia ser tirada no par-ou-ímpar, no cara-ou-coroa ou na porrinha;
Depois que a Internacional Comunista tomou de assalto o Palácio de Buckingham infiltrando sua espiã e micheteira política, Lady Diana Francês Spencer, a Lady Di, sob a pele de professorinha primaria com cara de santa, na alcova do Principe Charles, que era corneado, sacaneado e difamado por ela – que pelo visto no último aniversário de sua morte, futuramente será canonizada -, enquanto toda a imprensa, através das telinhas, noticiava justamente o contrário daquilo que realmente acontecia, como parte do plano de capitulação da família Real Britânica, pela sua resistência em aceitar a entrada do Reino Unido na polêmica União (Comunista) Européia;
Algora vem a Internacional Comunista, na pele do ativista ambiental Al Gore, Prêmio Nobel da Paz 2007, assessorado por dados que não se sabe quem os produziu (ou sabe-se muito bem) e uma parafernália de efeitos especiais e um telão do tamanho de um bonde, com aquela orelha colada no pescoço e com uma mentira maior que o Planeta dizendo para todos que o mundo está derretendo.
Dá p’ra acredita!?
Ora! Vamos encurtar logo essa estória e aos finalmentes!
Quero a minha velhinha bem crocante! Como você quer a sua?
Obs: Vamos denunciar a formação da Matrix e do Big-Brother divulgando este texto para os amigos, pela internet e pelo correio. Leiam o texto Legítima Defesa.doc onde conto a minha história (para quem possui o CD).
► S.O.S. Ajudem Carlos Eduardo a divulgar a sua história e a preservar seus documentos (as suas provas circunstanciais) que comprovam o seu relato de tortura psicológica, perseguição política e manipulação de sua vida por quase 30 anos, dentre os quais, os últimos 13 anos tem sido por um tormento produzido, pelos partidos políticos PCB (leia-se PPS), PSDB (leia-se Ação Popular) e PT, reproduzindo este CD e mandando via Internet este texto, deixando-os em lugares públicos (aeroportos e ônibus), nas universidades e enviando-os para os Fiscais da Fazenda e Fiscais do INSS, Tribunais Eleitorais, membros do Congresso, Senado Federal, Câmaras Municipais, Ministério Público, Conselhos de Magistraturas, Desembargadores e Presidente de Tribunais de todos os Estados, Juízes de Direito e empresários, imprensa internacional e anistia internacional via correios e Internet de forma anônima. ►Vejam também como o PCB, PPS, PSDB e o PT, em trabalho conjunto, de forma dissimulada, engessaram e acabaram com os partidos liberais através de antigas infiltrações de seus militantes em seus quadros, principalmente no PMDB e pela cooptação dos líderes políticos desses partidos, ou seja, os antigos líderes políticos liberais estão sendo usados para compor o socialismo com cara de democracia sem comunicar as suas bases (Pág......) ► Vejam como Carlos Eduardo relata como o ex-Governador Geraldo Alkmim (um Pinóquio na Política) e seu Secretário de Segurança Pública, Saulo de Castro Abreu Filho (PSDB), usaram o efetivo da Polícia Militar do Estado de São Paulo para fazer tortura psicológica através de um tormento produzido. ►Leiam ainda como MAUra Baptista de Azevedo funcionária pública do INSS-agência Taubaté/SP (pág......), uma espiã que do Partido Comunista Brasileiro usava para farejar indícios de fraudes para custeio de campanha dos partidos liberais – inclusive do PMDB - vigiava seus colegas fiscais, Josanne Araújo, sua ex-Chefe da Arrecadação, e seu ex-Chefe da Agência INSS-Taubaté/SP, o Américo, aquém entreguei este documento e pelo que me pareceu havia bandiado para o lado deles. ►Leiam também como a agente MAUra, que o PCB atravessou no destino de Carlos, deixou o próprio filho ficar exposto a uma tortura psicológica, para levar Carlos a um tratamento psicológico planejado pelo Partido Comunista por ter sido ele um ex-militante. (Pág .....). ► Leiam o texto Eu quero minha velhinha bem crocante! E você? (no CD) e saibam como os meios de comunicações e a imprensa participam desse jogo de aparências para montar a Matrix e o Big Brother (“l984”), os modelos sociais da União (Comunista) Européia. ► Leiam como Carlos teve as gravações de sua psicanálise com a psicotorturapeuta, Márcia Erlich, transformada em livro “Inveja, Mal Secreto”, pelo jornalista psicotorturador Zuenir Ventura ► Leiam como Chico Buarque de Holanda passou de cantor libertário, na época da ditadura, para garoto-propaganda da repressão do socialismo-democratico, isto é, do socialismo com cara de democracia (do PCB), comprovada, em seu livro “Estorvo” (2004), sua literatura funcional de esotérismo partidário do PCB.
► Vamos denunciar a formação da MATRIX e do BIG-BROTHER, contando a história de Carlos Eduardo. O Partido está levando-o a uma bancarrota e tirando os meus bens de forma ilegal e dissimulada para que ele não continue a divulgar os modus operandis do Partido Comunista. Sua saúde continua a piorar por conta dessa pressão. Leiam também o texto “Quero minha velhinha bem crocante! E você?”, neste CD.
PRIMEIRA PARTE
Em "Legítima defesa"
(A verdadeira história da Inveja e do Mal Secreto)
Carlos Eduardo da Silva, RG nº 3361693/RJ, funcionário efetivo do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo com mat. Nº 353.570-1, atualmente lotado no Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Taubaté/SP, responde por um kafkaniano Processo Administrativo (nº 04/06) forjado no 2ª Ofício Judicial da Comarca de Guaratinguetá/SP, em dezembro de 2006, pela Juiza de Direito Juliana Salzani e seus subordinados, os escrivões Caio Márcio Fontoura de Lima e sua subordinada Cilene Aparecida de Campos que deram continuidade a um tormento-psicotizador para colocá-lo como pessoa que sofre de problemas psicológicos (veja documentos no CD). Pelo que tudo indica a ordem veio como conseqüência do uso políticamente incorreto do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo pelo seu Desembargador Presidente, o Exmo. Dr. Celso Luiz Limongi (foto ao lado), encaminhando a nova política de supressão dos direitos individuais, encaminada pelo Socialismo Democrátido do Partido Comunista Brasileiro.
Mas não se trata tão somente de supressão dos direitos individuais. Você será torturado psicologicamente. Leiam esta história do começo ao fim e saibam o modus operandis do Partido.
Carlos trabalhou no Jornal do Brasil por 13 anos, sendo 11 anos com carteira assinada. Foi diretor do SJPMRJ - Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro e também o responsável pelo pedido de investigação da forma pela qual algumas das aposentadorias especiais para os perseguidos políticos estavam sendo encaminhadas por esta entidade no período 1994/1995, início do governo Fernando Henrique Cardoso. Sua atitude foi de "legítima defesa" por estar sendo pressionado pelo seu chefe Sr. Fábio Dupin, na empresa em que trabalhava, JORNAL DO BRASIL, que era também o chefe do presidente do sindicato, Sr. Paulo César Santos Rodrigues, e que junto com ele e seus parentes estavam na fila das referidas aposentadorias.
Maquiavelicamente, Sr. Fábio baixava horários e os cobrava com ameaças
de demissão por justa causa de forma insistente, o que levou Carlos perceber que seu verdadeiro intuito era o de afastá-lo do sindicato para que a benesse corresse solta. Carlos procurou o Sr. Paulo César e tentou por várias vezes dissuadi-lo daquela trama, que tinha chegado ao nível da chantagem. Uma petulância para quem estava levando para aposentadoria especial de perseguido político toda a família e os amigos por um esquema viciado.
Por fim o Sr. Fábio Dupin, deu-lhe uma carta de advertência, o que foi para ele a gota d'água. Esta atitude fez com que ele perdesse a paciência com aquele esquema e formalizasse um pedido de investigação daquelas aposentadorias, e muita gente foi preciso para abafar aquele escândalo.
Ele sabia que Paulo César, do PCB, estava maracutando aposentadorias de pessoas e parentes que sequer pertenciam a categoria dos jornalistas, resolveu encarar aquela chantagem a qualquer custo. Obteve informações sobre o esquema das aposentadorias, que corriam fora do horário normal de trabalho e se prolongavam até as duas horas da manhã em um sindicato que era péssimo em seu atendimento aos associados. Resolveu então pedir uma investigação sobre as aposentadorias.
►Texto da Carta que Carlos entregou a Diretoria do SJPMRJ
Rio de Janeiro, 8 de novembro de 1994.
À DIRETORIA DO SIND. DOS JORNALISTAS PROF. DO MUNIC. DO RIO DE JANEIRO.
Eu, Carlos Eduardo da Silva, membro desta diretoria, venho por esta, formalizar o meu protesto junto a este colegiado, a fim de que obtenhamos das pessoas (diretores, funcionários e delegados) ligados ao encaminhamento das aposentadorias Excepcionais (aposentadorias por Anistia) maior transparência deste processo.
A forma sigilosa, para não dizer escondida, pela qual vi algumas pessoas montando esses processos no sindicato me fez levantar suspeitas sobre tais documentos.
O acesso que tive à duas pastas de documentos do sindicato no dia 5 de setembro último me revelou que estão sendo encaminhados os pedidos de aposentadorias por anistia do diretor-presidente Paulo César Santos Rodrigues, da sua irmã Sônia Rodrigues e de seu cunhado ("Bira") bem como do diretor Antônio Carlos Baptista dos Santos entre outros.
Pelos documentos, que li, pessoas estranhas ao movimento sindical estariam "maquiando" seus processos com um veio sindical que, soube-se, seria um dos critérios considerados fortes para as aposentadorias serem aprovadas na comissão formada pelo ministro do trabalho Marcelo Pimentel.
Por isso tudo acima descrito, é urgência deste colegiado a formação de uma comissão (que contenha a comissão de ética deste sindicato) para investigar a fundo esses processos, sob pena de sermos coniventes, no mínimo por omissão, com este "tipo de fraude" contra a previdência.
Sem mais para o momento, subscrevo-me, Carlos Eduardo da Silva
O pedido foi feito em uma reunião ordinária da diretoria do sindicato e foi arquivado por ter o presidente o apoio da maioria. Em fevereiro de 1995, trabalhando em pleno feriado de carnaval, Carlos recebeu do Sr. Fábio Dupin um boletim de advertência e foi aí, que ele resolveu então, dar uma cópia do pedido de investigação das aposentadorias a Sra. Bethe Costa, jornalista da Central Globo de Jornalismo, que tinha sido presidente da diretoria que os antecedera no sindicato e agora fazia oposição a atual diretoria, um dos inimigos figadais que Sr. Paulo César fez durante as eleições e pessoa ligada ao PT, para que a mesma questionasse nas assembléias o Sr. Paulo César sobre as tais aposentadorias. Carlos licenciou-se do sindicato e continuou a trabalhar na empresa até o término de seu mandato, sendo logo depois demitido do jornal pelo Sr. Fábio Dupin. Toda esta maracutáia das aposentadorias foram noticiadas em 38 manchetes de "O Globo" e outras tantas no "Jornal Nacional". No Jornal Nacional deram uma notícia com o nome de Fábio Dupin que o fez sumir da redação do Jornal do Brasil, por uma semana.
Carlos ficou sabendo, através da mídia, que houvera um telefonema anônimo para a Polícia Federal, em que apontava, embaixo de uma banca de jornal da Praça XV, Centro/RJ, aquela cópia do pedido de investigação, cedida, por Carlos a jornalista Bethe Costa, "...como sendo a prova das fraudes nas aposentadorias encaminhadas pelo sindicato". Apesar de a carta ser assinada por Carlos, ele não teve participação naquele plano, embora tenha ligeira desconfiança de quem o tenha feito.
Os "prejudicados" pelo escândalo não foram poucos. Era um derrame de 89 aposentandos dos quais 38 pertenciam à mesma empresa em que ele trabalhava, com a particularidade de carregar para a benesse boa parte do departamento de arte do Jornal do Brasil.
Na época, Carlos não tinha a menor idéia do vespeiro em que ele tinha metido a mão e de quão grande era o esquema, e somente com o surgimento gradual das informações através da imprensa ao longo do tempo tornou mais claro para ele compreender que aquelas aposentadorias eram benefícios do governo Fernando Henrique Cardoso dirigidos a ele mesmo que possui 4 aposentadorias e aos anistiados políticos ligados aos partidos de esquerda PPS (o partido de fachada do PCB – Partido Comunista Brasileiro) e PSDB (o partido de fachada da AP/JUC), ambos de ideologia marxista-leninista e que passava por dentro do Jornal do Brasil, que estava sendo usado pelo Partidão (leia-se PCB) e pelo PSDB como leasing político - haja vista seu expediente da época -, e que passava também pelo sindicato. Durante o escândalo das aposentadorias, em horário nobre, pode-se ver quando uma repórter no Jornal Nacional indaga ao então presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o escândalo, como se ele fosse o responsável, e ele, com presença de espírito, rebate com a mesma pergunta para ela, algo mais ou menos assim: "...eu é quem pergunto sobre o escândalo. Foi no sindicato de vocês não foi?"
Mas, o denuncismo do PT, que na pessoa da Sra. Bethe Costa, mirou os seus canhões de Navarone da mídia televisiva para massacrar a gestão do seu arquiinimigo pessoal e político no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do RJ, Sr. Paulo César, acertou toda uma militância de esquerda do Partidão e da AP (leia PSDB), que queria surfar naquela benesse.
Ela transformou em manchetes bombásticas a maracutáia daqueles que acostumados a cobrar ética aos outros se viram no olho-do-furação de um escândalo sobre a sua falta, a maior fraude contra o erário público, promovida pelo Partidão. Era um esquema para correr em surdina, mas, os escândalo desferido pelas manchetes de jornais, acabou por forçar seus idealizadores a escancarar as portas daquela benesse a todos, muito antes do tempo. O escancaramento foi uma tática muito usada no meio político. Todos sabem que o crime de muitos não há punição e no frisson desencadeado pela corrida do ouro, raros seriam os que titubeariam entre o legal e o moral.
Percebendo que os coleguinhas de militâncias estavam sendo atingidos pelo fogo amigo, ou seja, era uma trombada de militantes (da mídia ligada ao PT) contra militantes (da mídia ligado ao PCB e AP), se recompuseram.
► Exemplo ilustrativo de como o PCB, PPS, PSDB, JUC e AP são uma coisa só
(Folha de São Paulo - Maio~junho/2004)
Dividido, PPS formaliza apoio a Serra
O PPS formalizou ontem de manhã seu apoio ao candidato do PSDB à Prefeitura de
São Paulo, José Serra. Com ataques ao governo Lula e ao PT, o presidente do partido, senador Roberto Freire, disse que é necessário formar uma "nova frente democrática" e afirmou que não aceitará "patrulhamento" do PT.
"O PPS não é atrelado, alinhado ou subalterno ao PT. Não estou perguntando como PT está se posicionando em vários municípios. O PT é livre para decidir seu caminho, como nós também somos livres", disse Freire, em entrevista após o ato.
[.....]
"Ele [Ciro] tem dificuldade de entender a cultura do velho Partidão [PCB, substituído pelo PPS]. Há decisões tomadas pelo partido Brasil afora de que eu discordo, mas, como presidente, eu as respeito", disse Freire.
O ato de ontem contou com a presença de Serra, de Alckmin e de lideranças do PFL, que indicou o vice do tucano, além de Freire.
Em seu discurso, o senador disse que a aliança é "um reencontro histórico", porque, segundo ele, PSDB e PPS são herdeiros da AP (Ação Popular) e do PCB, que estiveram juntos desde os anos 60 e no regime militar. Em 63, Serra, da AP, foi eleito presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes), com o apoio do PCB.
Como "...em política tem que haver um culpado", o responsável por aquele bombardeio e massacre da imprensa tanto quanto por aquela trombada, que flagrou vários figurões da política e vários militantes históricos e de reputação ilibada, da esquerda com as mãos naquela botija e arrasou com a família do Sr. Paulo César, passou a ser a difamação e a inveja, mal secreto de Carlos. E, em nome dele emitiram uma tremenda fatura.
Como o denuncismo só pode ser o da patota ou de qualquer membro da patota, Carlos não foi perdoado por ser um desempatotado e pedir uma investigação naquele derrame de aposentadorias, que corria de forma muito suspeita dentro de um sindicato do qual era diretor.
Como os "...grandes mistérios costumam ser desfeitos não tanto pela competência da polícia ou dos repórteres, mas porque vazam, ou seja, porque é difícil guardar segredo (1 = retirado do livro "Inveja, mal secreto” de Zuenir Ventura. Veja documentos/fotos), sejam eles segredos de divã, sejam eles segredos de grupos, o certo é que, no meio daquela confusão, quando alguns virtuoses da ética e de reputação ilibada, envolvidos tentavam a todo custo provar a sua inocência e a legalidade - e não a moralidade - de seu pleito ao mesmo tempo que reclamavam da falta de ética da cobertura da imprensa, Carlos foi informado, que em petit comités - as chamadas igrejinhas do Partidão (PCB) - reuniam-se para ouvir uma gravação sua em que ficava provado que o fator de motivação para ele pedir aquela investigação era o mal secreto de Carlos, a inveja, que praticamente naquela gravação confessava "...querer e ter direitos sobre a tal aposentadoria" e não a sua reação a um bateu-levou, a sua revolta por ele ter recebido do aposentando Sr. Fábio Dupin ameaças de demissão e uma carta de advertência depois de 11 anos de trabalho na empresa, além de ser chantagiado pelo Sr. Paulo César, para se afastar do sindicato.
Podemos fazer um paralelo entre a verdade, em sua plenitude, a um iceberg, que para ser conhecido em sua totalidade, deve ser sondado em todos os seus aspectos, tanto suas partes imersas quanto as emersas e nessas, todas as suas angulações. Carlos conhecia o Sr. Paulo César e uma de suas irmãs, Sônia Rodrigues Mota, desde a muito, tanto quanto a prática e o temperamento de ambos e somente ele pode saber todos os motivos que o impeliram a pedir uma investigação naquelas aposentadorias. Não foi um, foram muitos.
Mas viram naquilo um gancho. E nele se penduraram.
E, acostumadas a enxergarem somente aquilo que lhes convém, as igrejinhas politica-Menti-corretas, supõe-se, depois de passarem pelo crivo de suas comissões de ética, leia-se juízo ou tribunais de exceção, e seu conchavos políticos, construíram sua estória oficial, "...uma mentira que repetida muitas vezes tornou-se uma verdade" (prática da máxima da propaganda nazista) para eles e que não fora publicada na imprensa, mas passaram a difundir a tal versão entre os do metie e os da patota enquanto apontavam para Carlos. Formaram o seu dossiê e foram em frente na difusão da versão propulsora de sua vingança.
A outra versão dos fatos, que circulava via mídia impressa e televisiva, valeu por parte do ético jornalista e escritor Zuenir Ventura, atualmente colunista do jornal "O Globo", um dos aposentandos prejudicados - amigo de trabalho de Fábio Dupin por mais de 10 anos e amigo de Paulo César e de seu pai, o teatrólogo Nélson Rodrigues - indignados discursos sobre as "...perdas e danos" de quem cochilara e "...acordara no meio de um escândalo" (artigo Perdas e Danos publicado em 27 maio de 1995 no JB). E, numa genuína demonstração da sua revolta, aparentemente, abandonou seus amigos de militância no barco que afundava, e partiu para auto-defesa – apadrinhado pelo senador Artur da Távola em artigo "Notícia, hiper-realismo e ética" publicado em 12/06/1995 no JB - diante da "...falta de ética" dos refletores da mídia que colocava "...um dos melhores escritores de sua geração" junto a um "...rol de passageiros, em que se misturava um grupo que alçava vôo em situação irregular" ao mesmo tempo em que ele, como articulador do PCB para a imprensa do Rio e sua militância, comandava nos bastidores das redações a elucidação e desvelamento – via gravações de divã do Carlos - do verdadeiro e único motivo que fizera eclodir o escândalo das aposentadorias, a "...inveja, mal secreto" de Carlos, para quem o mais "...importante não era o que ele ganhava, mas o que o outro perdia"(1).
Ói que lindo !
Pronto! Aquela gravação, cedida pela psicóloga do Carlos, que circulou entre os confrades, por si só bastou para que ele fosse julgado e condenado à sua revelia e sua história aparentemente passou a ser contada por outrens e sua pena encaminhada – via centralismo democrático - intra e interpartidos sem direito de defesa. A sagacidade de seus olhares vira total falta de ética na gravação do desempatotado, mas nada vira na cessão da gravação pela terapeuta-engajada. Miopia explicável pelo mal, secreto para os leigos e, nada secreto para os iniciados desses grupos, de se usurparem os segredos de divã?
Carlos não teve o mesmo direito de defesa que os envolvidos naquele processo tiveram diante da justiça. Sim, pois a querela transformou-se em dois processos: um do Sr. Paulo César e seu grupo contra Carlos e outros e um outro processo que era da Arfoc, uma associação de fotógrafos e seu grupo, contra o Sr. Paulo César, no qual Carlos figurava como testemunha. O M.P. resolveu investigar as irregularidades, cometidas por militantes históricos, entre eles o último Secretário-Geral do PCB e Presidente de honra do PPS, Salomão Malina, que não era jornalista e estava se aposentando pelo sindicato dos jornalistas, e seu filho Léo Malina, juntamente com outros militantes do PCB e funcionários do mesmo jornal, encontradas nas investigações daquelas aposentadorias. Carlos não acompanhou nenhum dos dois processos citados, mesmo aquele em que ele era testemunha e muito menos os outros, pois estava mais interessado em ganhar o necessário para prover a ele e aos seus e não tinha tempo para rebater futricas.
► COMISSÃO PODE CASSAR MAIS OITO REGISTROS ILEGAIS
Jornalistas fraudaram documentos para obter aposentadoria especial
Salomão Malina, ex-combatente da Segunda Guerra e ex-secretário-geral do PCB, poderá perder o registro de jornalista com o qual obteve aposentadoria de R$ 8 mil, com base na Lei da Anistia. Malina, seu filho Léo e mais seis beneficiados com aposentadoria desse tipo terão o registro julgado pela comissão .....
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(04/12/1997)- Jornal "O Globo"- Editoria: O País – Edição: 1ª - Autor: Vannildo Mendes – Tamanho: 444 palavras – Caderno: Primeiro Caderno
"A Máfia no Divã" ou "Fala, divã" (como título de capítulo - do livro Inveja, mal secreto - seria um ato falho do autor? Um vocativo, para um divã que fala?)
Mas, e a gravação da psicanálise de Carlos?
Realmente, na época, Carlos procurou ajuda de uma psicóloga por estar deprimido e por estar sendo muito pressionado no sindicato e na empresa em que trabalhava. Começou a fazer análise com a esperta profissional Márcia Erlich, que pertence a famosa e polemica "Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro", que foi indicada por seu cunhado o Dr. Júlio Sérgio Waisseman, também psicanalista e psiquiatra ligado ao Partidão e que era casado, na época, com a irmã de sua mulher, a Drª. Marina Baptista de Azevedo, médica da Secretaria de Saúde do Município do Rio de Janeiro.
►Sociedade Psicanalitica do Rio de Janeiro
PSIC. MARCIA ERLICH
Rua Visconde de Pirajá 407/506, Ipanema
Cep: 22410-003 - Rio de Janeiro – RJ
TEL: 2267-0804
A famosa "Sociedade” tinha um programa com a finalidade de propiciar atendimento psicanalítico a pessoas que não tinham condições econômicas para arcar com o custo habitual daquele “tratamento”. Para isto o Departamento mantinha, na sede da Sociedade, um serviço de avaliação e encaminhamento das pessoas interessadas aos profissionais da sociedade comprometidos com aquele atendimento. Carlos foi entrevistado por ela, que depois lhe deu seu endereço, Rua Visconde de Pirajá, 407/506, Ipanema, começando assim, a sua análise. Ela lhe disse que tinha o costume de gravar as sessões de seus pacientes e perguntou ao Carlos se poderia gravar suas sessões para otimizar o tratamento. Por miopia, o barato lhe foi caro. Não enxergou nada de mau naquilo e infelizmente concordou com a gravação, embalado "...na relação transferencial analisando-analista (1)", na certa "...invejando o equilíbrio mental de sua analista, ou o que ele supunha que ela tivesse. (1)". A gravação da Sra. Márcia Erlich foi lícita, ninguém duvidaria. A ilicitude foi cedê-la para outros fins que não o psicoterápico conforme ela havia se comprometido. Talvez, isso explique a forma estranha como ela agia, com interferência no processo psicanalítico, pois quando Carlos dizia estar sendo pressionado pelo Sr. Fábio Dupin na empresa por causa daquele esquema no sindicato, ela interferia dizendo: "...isso é coisa sua Carlos!"
Carlos se lembra do dia em que chegou em sua sessão psicanalítica morrendo de raiva por estar sendo ameaçado por Fábio Dupin e chantagiado e protelado por Paulo César – por quem ele lutou para ser presidente do sindicato - e no final, ao tentar se explicar o porquê de sua revolta extremada, externou seu pensamento a sua psicanalista: "...se você me perguntar se eu queria aquela aposentadoria, eu vou lhe dizer que sim....mas,...." E, antes que ele completasse o seu pensamento foi interrompido em seu, ....digamos......momento significativo psicanalítico, pela esperta psicoterapeuta que gravava as suas sessões e que não o deixou terminar.
Depois de conseguir arrancar aquela "confissão", (que queria?), entrou de férias e ao retornar, aumentou o valor das sessões por duas vezes, em pleno Plano Real, e contra-argumentava aos reclamos de Carlos se justificando com uma "...inflação do período", induzindo Carlos a desistir do tratamento, pois aqueles aumentos se contrapunham à intenção com que ele a procurara no departamento de assistência psicológica da associação a que ela servia.
Não fosse o intercâmbio de informações entre a profissional do divã engajado, a psicóloga Márcia Erlich, e sua patota do jornal em que Carlos trabalhava, que outro lugar seria o mais propício para ele se questionar – fazendo uma indagação de foro íntimo e secreto - sobre o motivo mais forte que o impelia a pedir uma investigação naquelas aposentadorias: se por estar se sentindo protelado ou se por estar sendo protelado, ameaçado e chantagiado?
Carlos ao procurar ser sincero com ele mesmo e com seus atos, caiu naquela arapuca aparelhada com divã e acabou por ser mais uma vítima d'A psicanálise da tortura'.
A informação sobre a difusão da gravação não o surpreendera, pois a "praxis" dos "divãs engajados" – "...esses enxeridos que arrancam confissões, que vasculham a alma das pessoas, que satisfazem todo o seu voyeurismo e ainda cobram por isso(1)" - de servirem a dois senhores faz com que ao longo do tempo e sem que o código penal consiga alcançá-los, por não se poder provar este tipo de prática, padeça de um cacoete que é o de falarem de quem eles tratam sem que, ao menos, lhes perguntemos.
Foi essa, pelo menos, a impressão com que ele ficou, pois em conversa com o mesmo cunhado Júlio Sérgio Waisseman, psicanalista-psiquiatra-engajado, - cuja mãe Lily Waisseman, segundo ela mesma, trabalhava (e atendia no ramal 3303) na mesma VIVA ONG do Rio com o ético jornalista e escritor Zuenir Ventura, a quem elogiava na frente de Carlos com intuito de provoca-lo, externando que o "...achava uma gracinha de pessoa" – lhe disse que tratava de uma colega sua da redação e que "...ela estava mal quando foi procurá-lo" e pediu para ele "..não falar nada para ninguém".
Esta atitude de seu cunhado, o alienista Júlio Sérgio, deixou Carlos indignado, mas não falou nada a respeito por não querer criar um clima e por perceber, que seu cunhado apesar de cuidar da cabeça alheia, não tinha maturidade suficiente na sua para preservar a intimidade de seus pacientes. Atualmente, Carlos ao refletir sobre este caso chega a seguinte conclusão: se ele, levianamente, fazia isto com pacientes comuns, o quê não faria com um paciente que fosse uma persona non grata ao partido em que ele militava?
Isto, sem falar que corria a boca miúda dentro da redação do jornal em que Carlos trabalhava, que “...era para se afastar dos psicanalistas e psiquiatras que estavam em evidência na mídia.”.
Pergunta-se: por quê? Seriam chamarizes de algum objetivo político que a patota tinha? Vejamos, se o objeto-vítima de seu interesse fosse vigiado por uma escuta permanente e precisasse de um médico dessa área, não seria fácil através de qualquer mídia vendê-lo como um sério profissional, em cima de reportagens próprias, específicas com endereço certo, que se encaixariam como uma luva para a necessidade daquele objeto-vítima?
Esta possibilidade é uma fantasia? Responda você meu caro leitor!
Mas, primeiro leia este relato, em tom de desabafo, até o fim.
Aquela mesma impressão sobre esta vil “práxis” se confirmou, na empresa em que trabalhava, quando não muito tempo antes do imbróglio sindical, testemunhou o colega engajado Alexandre Medeiros (filho de um médico da USP), que sob a batuta do ético jornalista e escritor Zuenir Ventura, que emprestava o favor de editor-tampão do Caderno Cidade, chegar com "...informações de divã", ao regressar da apuração de uma matéria sobre o "Caso Bateau Mouche". Ele narrava displicentemente que "...um dos espanhóis", que respondia pela empresa a cujo citado barco pertencia, se "...encontrava muito mal e pensando até em fugir" e que as informações eram "...quentes" eram "...segredos de divã".
Carlos estranhando o comentário de bate-pronto lhe perguntou: "...como assim?..., segredos de divã?" O colega tergiversou e sorrindo disse: "...Ah! o resto eu não posso falar", resguardando a sua fonte.
E também não precisava. Carlos, ex-militante, tinha entendido tudo.
O Editor da página, o respeitável e ético Mestre Zu, deixou passar um tempo, e discretamente mais reservadamente deu um puxão-de-orelha em seu boquirroto pupilo. Tudo observado discretamente por Carlos, que depois notou também que a matéria, espertamente, não levava o crédito do grande repórter que apurava matéria com divãs de psicoterapeutas.
Fica a pergunta: a quem pertencia o divã que divulgava seus segredos para repórter? Como o espanhol chegou até ele? Ou, ele até o espanhol?
Observe que eles sabiam com antecedência que o espanhol iria fugir. Estaria o espanhol sendo induzido a fazer aquilo que eles queriam que ele fizesse?
"...Fala, divã!"....
Não é de se admirar que o espanhol se encontrasse "...muito mal, e pensando até em fugir".
E, conforme as palavras cheias de ato falho de nosso ético, respeitável e venturoso jornalista escritor Zuenir Ventura, em sua literatura de mentira, muito menos é de se admirar que "... no Rio de Janeiro dos anos 90, a classe média recorresse aos terreiros como nos anos 70 recorria aos psicanalistas. Parecendo estar preferindo se proteger, em vez de se curar(1)". Parece, que na Época, somente Carlos não atentava para essa precavida preferência.
Que azarão este Carlos heim !?
Portanto, empresários, políticos, profissionais liberais e qualquer um que preze por sua privacidade, prefiram "...se proteger em vez de se curar"(1)! Fujam dos divãs engajados, se for possível identificá-los! Mas, como veremos, preservar a privacidade diante dos métodos do Partidão, não é tão simples assim.
E, não fora somente aquela meia frase que o nosso boquirroto repórter Alexandre Medeiros, deixara transparecer todo um "...segredo" das informações de divã. Em outra ocasião na presença de Carlos, em papo distraído e de embevecido "affair" com outra repórter chamada Cláudia Benchimol da editoria de economia ele disparou, como se fosse um vidente: "...você tem uma parente que é psicóloga!". Ele disse isto, como se estivesse estado com a parente dela anteriormente, sem ter sido apresentado por ela.
► Sociedade Psicanalitica do Rio de Janeiro
PSICÓLOGA VERA LUCIA DE F. BENCHIMOL
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Ela retrucou: "... sim, como você sabe?"
Ele respondeu: "...ah porque eu sei". Cláudia, pessoa ligada ao PT, logo deve ter percebido que o complicaria se insistisse em fazer mais perguntas a respeito daquele assunto e passou a falar sobre outra coisa.
O responsável pelo processo do "Caso Bateau Mouche", na época, era o Juiz Valmir de Oliveira Silva da 23ª Vara Criminal. Os responsáveis por aquela tragédia deveriam e devem pagar por seus crimes. Isto seria o certo, no entendimento de Carlos. Mas, como a qualquer um que intui, o episódio da fuga daqueles espanhóis do Brasil, merecia uma profunda investigação, pois o que se pode fazer com um divã engajado, uma escuta ambiente - escuta com aparelhos de longo alcance e câmara que pode ver através da parede - e uma mídia aparelhada é inimaginável. Carlos sabe disso por experiência própria desses últimos 10 anos de sua vida.
Induz, manipula e "psicotiza".
Tor-tu-ra psicologicamente.
Teatro-realidade ou conto-do-vigário, a força motriz desses grupos
Pode-se também questionar a forma como aquele divã (psicólogo, psicanalista ou psiquiatra?) atravessou na frente do espanhol, já que é prática da militância o uso do "teatro-realidade". Uma espécie de conto-do-vigário – muito usado pela antiga malandragem do Rio de Janeiro -, que somente depois que a vítima cai, é que passa a entender como lhe deram a pernada.
Isto quando ela descobre.
Carlos, um curioso, às vezes se pergunta: será que o espanhol já se deu conta da pernada que levou?
Nossa saudosa e querida atriz da TV Globo, Yara Amaral, que perdeu sua vida naquela tragédia, segundo seus próprios confrades – na voz de nossa querida dama do teatro (realidade?...êpa...calma, perguntar não ofende !) Fernanda Montenegro - em especial de televisão gravado no "Linha Direta" sobre o acidente em setembro de 2004, que subtilmente corrige informação omitida nos outros especiais sobre o caso, "...era pessoa politicamente ativa". Ela quis dizer militante do Partidão, militante de PCB ou PCBão. Tanto quanto outros passageiros daquele barco, com quem Carlos trabalhou.
Esta edição de jornalismo sério de Linha Direta (setembro/2004) tinha dois sentidos: Primeiro, o de fazer a correção subliminar daquela informação que haviam sonegado por anos e que sabiam que Carlos sabia. Segundo, a de conseguir saber se conseguiam arrancar mais informações de Carlos, que eles sabiam, ou para ser mais preciso, tinham a certeza de estar vendo o programa lá na cidadezinha de Redenção da Serra, no interior do Vale do Paraíba, lugar para onde o partido o enxotara afim de desferir-lhe uma curra psicológica de grande monta.
Explico, com a escuta de sua casa, e sabendo que ele fazia comentários raivosos sobre a máfia que o vinha perseguindo, procuravam saber o quê mais ele sabia sobre o caso "Bateau Mouche" e sobre o Partido, além do que eles sabiam que ele sabia. O leitor vai entender melhor, a medida que ler este relato.
Partido é instrumento para exercer a democracia. Não deveria ser usado como instrumento para promover revanchismo ou fazer justiça fora da esfera judicial, pois daí passaria a figurar como crime organizado, no mesmo nível do PCC, que oportunamente devemos lebrar aqui, se organizou graças ao knowhow passado aos criminosos comuns pela mesma militância de esquerda do PCB (que vem perseguindo Carlos), que hoje no poder, bebem do próprio veneno e ninguém parece se lembrar disso. Não querem que "...a massa atrasada"( Folha de S.Paulo, editoria Brasil, 2ª feira, 11/04/05 pág. A 5)" entenda que a segurança dela, foi menos importante que a luta dessas gangs pelo poder. Pelo visto não foi somente o PCC que assimilou knowhow; foi uma troca de knowhows.
É certo que na esfera judicial, muitas vezes e as vezes muito mais do que deveria haver, serão divergentes o direito e a justiça, sem falarmos em coisas piores. Mas, é aí nessa esfera que os partidos realmente preocupados com a democracia deveriam atuar, no sentido de fazer convergir o direito e a justiça para todo cidadão comum e, não somente para aqueles que pertençam aos seus quadros.
Com esmero e afinco, Carlos procurou um termo mais apropriado para designar tais grupamentos, não deixando transparecer todo o seu rancor, mas depois de 13 anos (em 2005) de tormento diário e perseguição política, não encontrou nenhum outro que os definisse mais corretamente que: gangs, máfia ou patota.
Todos os homens do presidente, a vida imita a arte que imitou a vida
Com o escândalo das fraudes naquelas aposentadorias via Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, a entidade tinha que ser retirada das mãos de seu Presidente, Sr. Paulo César Rodrigues do PCB, que as promoviam, para ser substituido por outro, também do PCB, que daria continuidade aquela faucratua e com a saida da diretoria de Paulo César, retirariam o diretor Carlos Eduardo (livre pensador), que as questionava.
Devemos destacar alguns nomes no expediente do Jornal do Brasil, na época em que vazava informações de divã para aquela redação, para que se faça as devidas ligações ao longo deste relato: o primeiro, Jorge Hilário de Gouvêia Vieira (um dos fundadores da ONG VIVA CRED – um subproduto da VIVA RIO - , que atua na Rocinha) por sua ligação com o movimento ViVa-RIO, um nicho do Partidão. E, o segundo, o do Diretor Sérgio do Rêgo Monteiro por curiosidade em saber qual o grau de parentesco entre ele e José Carlos do Rêgo Monteiro, ex-presidente do SJPMRJ – Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do RJ - e militante do Partidão e Gina Torres Rego Monteiro , uma das colegas de trabalho da Dr. Marina Baptista de Azevedo, a cunhada de Carlos, funcionária pública da Secretaria Municipal de Saúde.
Um outro que constava daquele expediente era João Geraldo Piquet Carneiro.
► JORNAL DO BRASIL / JB Expediente
■ Conselho Editorial: M.F. do Nascimento Brito ■ Conselho Corporativo: Francisco de Sá Júnior; Franscisco Grós; João Geraldo Piquet Carneiro; Jorge Hilário de Gouvêia Vieira (um dos fundadores da ONG VIVA CRED, que atua na Rocinha); Luis Otávio de Motta Veiga ■ Editor
ácio Malta ■Editor: executivo:Manoel F. Brito ■Sec. De Red.:Orivaldo Perim ■ Diretor: Nélson Baptista Neto ■ Diretor: Rosenthal Calmon Alves ■ Diretor : Sérgio Rêgo Monteiro
O PCB e o PT em alianças retomaram o sindicato encenando a expulsão do Sr. Paulo César Santos Rodrigues e sua diretoria, incluido nela o Sr. Carlos Eduardo. Depois de retomado, explicável ou inexplicavelmente, o sindicato da categoria, que não tinha verba suficiente para cobrir a folha de pagamento de seus funcionários e que por anos se arrastara com fisionomia decadente, recebeu uma reforma geral em suas instalações, o que foi espertamente justificado em um de seus boletins (ver APÊNDICE), logo na primeira gestão-tampão de diretoria pós-escândalo, quando foi retomado por outros empatotados da mesma patota, o que acabou por ficar, com eles mesmos, o controle dos processos contra seus próprios correligionários que se aventuravam naquelas aposentadorias.
As testemunhas que foram avocadas pelo Sr. Paulo César no processo que ele moveu contra Carlos, eram todas do Partidão (leia rol de testemunhas: Barbosa Lima Sobrinho; Alfredo Vianna; José Chamilete; Arthur Parayba e Paulo Dettman). E, a defesa de Carlos neste processo, no qual ele era réu, estava a cargo do escritório DCE – Dumans, Cerqueira e Advogados, de Alexandre Dumans, professor da UERJ e amigo de Jorge Hilário Gouvêa Vieira, aquele ligado ao ViVa Rio do ético jornalista escritor Zuenir Ventura, todas também do Partidão. Escritório este que assessorava o Jornal do Brasil na época e que estava sendo usado com o leasing político pelo Partidão (o PCB ou PPS, como queiram) e pelo PSDB.
Dá para se ter uma idéia no que se sucedeu, não? A acusação (querelantes) era do Partidão e a defesa dos querelados estava a cargo de um escritório que serve ao Partidão. Fizeram um acordão.
E o único que ficou de fora foi o Carlão. Para levar safanão.
Enquanto no Judiciário tem-se a instituição do impedimento, em política isso não existe. É difícil de provar que fulanos de tal é militante e pertence a tal partido e está sendo testemunha de ciclano de tal que também é militante do mesmo partido. Ou, que fulano de tal que trabalha no jornal e é militante do partido, tem um parente, que também militante do partido é um psicólogo. Portanto a questão da ética fica ao critério político dos interesses do partido e de cada um de seus camaradas. A ética acaba por chafurdar no terreno arenoso da política, onde impera a ética da política, que suplanta todas as outras ética de seus camaradas.
Resumo da ópera: Querelante e querelados na querela do sindicato passaram a ser os mesmos! Exceto Carlos.
Fácil não?!
Uma informação passada a Carlos por Jacozinho da Arfoc – Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinegrafistas – e que é importante para a correta compreensão dos fatos é a de que a Sra. Bethe Costa, que havia se aproveitado da cópia da carta que Carlos lhe cedera detonando seu inimigo figadal Sr. Paulo César, havia sido levada pelo ético Zuenir para trabalhar na sua viva ONG do Rio, um nicho do Partidão.
Queriam desde então, dar informações a Carlos da forma como o estavam isolando e se vingando.
Assim o ético jornalista escritor Zuenir Ventura - o grande pesquisador de divãs dos psicanalistas (1 – pág.27) -, com sua fita gravada com segredos de divã do Carlos convenceu a Sra. Bethe Costa da injustiça que se cometera pela intriga de um invejoso, que queria aquela aposentadoria. Ela que foi a responsável pelo "...linchamento moral contra o Sr. Paulo César e sua família", promovido pela atuação de seus confrades de partido na mídia televisiva fez o seu mea-culpa. A arrependida repórter de TV se recompôs politicamente com o Partidão. O ético Zuenir publica um livro sobre um herói nacional do PT, Chico Mendes, e no coroamento da recuperação de sua imagem, anos mais tarde ocupa lugar na comitiva presidencial de Inácio Lula, que foi a Portugal. Imputam a culpa pelo episódio das aposentadorias a inveja, mal secreto de Carlos sob título de livro de Mestre Zu e reforçam e ampliam as forças do revanchismo político contra ele onde formam um verdadeiro pool de partidos – PPS (PCB), PSDB (AP), PT e outros que seus conchavos permitissem - a "...botar fogo no rabo do invejoso(1)". Uma verdadeira covardia com o intuito de vingança e psicotização do desafeto político.
Defenestrado das redações, isolado e sozinho e com uma mulher que o partido lhe atravessou no caminho para vigiar seus passos, puxar a sua vida para trás e coloca-lo como bipolar ou algo parecido, Carlos teve seu registro de jornalista - obtido da mesma forma que muitos integrantes da patota que atuavam no jornal – praticamente cassado.
Ele não se importou(?) em ter ficado com a pecha de "...alcagüete da polícia", na certa mais um pecado dele, "...invejoso" e "...viado", entre outros adjetivos que lhe imputaram, e tocou o seu barco, foi à luta sem ficar choramingando o leite derramado, perda de amigos, emprego, profissão e foi tentar ganhar o seu pão-de-cada-dia como taxista na praça de Niterói, já que para sobreviver ele nunca dependeu da imagem de politika-Menti-corrrretu.
Mas, a patota não ficou contente em escapulir livre e solta daquela maracutáia e com a versão dos fatos a seu favor e, como o real crime de Carlos era saber demais, passaram a persegui-lo e atormentá-lo obsessivamente ao longo desses longos 12 (doze) anos, portanto muito mais que 10% da vida de qualquer brasileiro, nos quais ele veio se esquivando a medida do possível desde 1995, o "...ano que não terminou" para ele.
Parecia ser de amplo conhecimento entre os militantes, as "...sacanagens" que vinha acontecendo com Carlos, pois num rápido encontro, na Alameda de Niterói/RJ, entre ele e sua ex-colega de redação do JB, Janice Caetano militante do Partidão, então presidente do mesmo sindicato do qual ele fora diretor, após uma conversa rápida sobre devolução dos proventos oriundos da correção dos Planos Collor e Bresser e após o deslocamento de seus respectivos carros, ele ouviu nitidamente daquela que antes fora EDITORA-DE-PÁGINA-DE-DEFESA-DO-CONSUMIDOR-DE-OGLOBO deixar no ar, em comentário com seu marido Alaor, fotógrafo e também ex-colega de redação de Carlos, a seguinte frase: "...ele tem cara de safado e tem mais é que ser sacaniado mesmo!". Ela falou aquilo para que ele pudesse escutar. Fazia parte da tortura da qual Carlos vinha sendo vítima, ele saber que estavam atormentando-o e torturando-o e não poder provar ou mesmo se defender. Pois contra a covardia não tem como se defender.
Ói que líndio! (expressão do narrador)
Pois é, para os da militância, como aquela EDITORA-DE-PÁGINA-DE-DEFESA-DO-CONSUMIDOR, divulgar e escutar gravações de divã não tem nada haver com defesa de consumidor.
Caro Leitor! Se você, como consumidor, fosse desrespeitado nos seus direitos e tivesse que fazer uma escolha, qual a escolha que você faria? Preferiria ser ludibriado por um eletrodoméstico que não funcionasse ou por um psicólogo, psiquiatra, psicanalista ou qualquer profissional da área médica, que você honestamente o pagou e que ele, contrariamente ao código de ética de sua profissão, saiu distribuindo a fita da gravação de sua psicanálise por aí. Ou, por um psiquiatra que lhe cobrou uma consulta de R$ 100,00 e lhe receitou um remédio inapropriado para a sua ansiedade, por conta de uma perseguição política em função de uma técnica de psicotização?
A jornalista picareta Janice Caetano e a militância do Partidão não acham isso. Podemos acreditar nessa editora de página de Defesa do Consumidor e na militância do Partidão? A Defesa do Consumidor que a social democracia do partido dela defende não passa de uma fila para organizar o povão, a "...massa atrasada", a "peble ignara" como nós e serve como mecanismo para controlar as pequenas, médias e grandes empresas aos caprichos do Partido, usando politicamente as massas.
Carlos foi desrespeitado em seus direitos, mesmo guardando o segredo da patota por mais de 10 anos, até por que ele não queria mais nenhuma confusão e por não saber a tamanha importância que tinha aquela informação. Por respeito as vítimas daquela tragédia, Carlos não esboçou um só movimento de revide durante todo esse tempo em que sofreu com as torturas impostas por eles.
Mas tudo tem um limite.
Somente agora, a partir junho de 2004, por insistência dos perseguidores de Carlos, que foram além dos limites do suportável para ele, ao tentar psicotizá-lo dentro da casa de seu sogro e conseguir deixá-lo tão mal psicologicamente em dois anos e meio de convívio com eles quanto os oito anos anteriores em que se debateu sozinho no município de Niterói/RJ. Destruiram a paz de sua família, isto é, os seus filhos – pois sua mulher estava participando disso tudo e ele até 2005, não sabia -, e conseguir danificá-la com novo trauma para seus filhos, decidi contar a sua história sem a mesma elegância e o mesmo "véu de alegoria" do competente e ético jornalista e escritor Zuenir Ventura em seu livro-tortura Inveja, mal secreto, portanto em nome de sua legítima defesa, um direito inalienável de qualquer um que foi injustiçado, politicamente perseguido e humilhado de forma desleal dentro de um Estado democrático de direito em cuja Constituição em seu Art. 5º, inc. III reza que ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante e que mesmo aos condenados, o que não é o caso de Carlos, a lei não lhes reservará penas degradantes, perpétuas, cruéis ou de ba-ni-men-to, e começar a dar sua versão dos fatos a quem interessar possa, sobre o que veio acontecendo na sua vida e sobre os métodos usados pela patota antes que Carlos faça bodas de ouro de torturado e perseguido e ainda leve de quebra um atestado de maluco, que é, o que a patota veio tramando com mais afinco nesses últimos tempos (2002~2005) de "sacanagens" (ou tormento/transtorno fabricado) ao encurralá-lo numa pequena (Redenção da Serra/SP) cidade do interior paulista do Vale do Paraíba, região sob domínio d
Paulo Gaefke: Peço a gentileza de inserir o autor do texto, que na verdade chama-se Prá nunca mais chorar, que escrevi em 2001, no meu site www.meuanjo.com.br e que está no seu belo site em: http://ganhedinheirocomagloco.blog.dada.net/post/464383/LI%C3%87%C3%83O+DE+VIDA Mensagem original do dia 30 de Novembro de 2001, que está em: http://www.grupos.com.br/group/meuanjo/Messages.html?action=message&id=260&year=01&month=11, está em centenas de sites com nomes sugestivos de Agenor e o Padeiro, Agenor e Amaro, Vale a pena ajudar, Vc é responsável pelo que cativas, e outros nomes, Obrigado O autor Paulo Roberto Gaefke
(wrote on February 1 in the posting LIÇÃO DE VIDA)Ken Stewart: Spanish Leaders Needed! Amazing Offer From 3 Network Marketing Legends! If you understand the importance of timing and positioning, if you’ve ever dreamed of having a big team and earning a huge weekly and income, this will be the most important e-mail you will probably ever receive! Why? Because for a limited time only, you’ve got a once in a lifetime opportunity to be placed on top of a fast growing team of over 7000 people in one of the hottest countries in the world for network marketing! Just imagine! You’ll not only have one big team below you, putting you halfway home to up to $25,000 a WEEK in our lucrative 2 team pay plan, but you also have an international business right from the start! It’s a 2 for 1 offer that you can’t afford to miss! And here’s the best part: There’s no catch and no hidden gimmick, unlike most offers you may receive, especially from the so called “internet marketing gurus.” Here's the story: We’re considered MLM legends (combined groups of over 500,000 distributors and sales of more than $2 billion in our previous 3 companies) who are now top leaders in a 3 year old, explosive growth division of a 14 year old company (over $1 billion in sales) recently featured on the front cover of Your Business at Home magazine which is aggressively expanding nationally and internationally into 43 countries with 2 revolutionary breakthroughs, one of which in the PDR (Physician's Desk Reference), featured in Esquire magazine as the leading product of its kind in the world, and recommended by leading doctors! We’ve recently opened up in Europe and Asia and we’re now pre-launching India (over 7000 people have registered so far!) Why is this important to you? It’s simple! Right now, for a limited time only, you can get positioned on top of this fast growing team of more than 7000 people in India and put yourself halfway home to a huge weekly and monthly income! If you can build just one leg, you've got it made, but you must act now as we turn in this pre-launch database shortly! Anyone who is positioned in our international powerline leg in the company’s computer prior to our turning in the pre-launch database from India automatically ends up on top of the entire India team! That’s over 7000 people currently in the hottest country in the world for network marketing and will be over the next 5-10 years! Added bonus! Once you get positioned on our leadership team, all those that respond to this offer end up below you as well as any people who respond to our international ad campaigns in any of 43 countries! Most exciting, we were early pioneers of online business systems and we’re about to unveil the most advanced and powerful automated business building and recruiting system ever created that will turbocharge your business to new heights of success in record breaking time! Here’s the bottom line for most people today: they can continue to struggle in their current program, they can start at ZERO in a new “deal,” or they can take advantage of this exciting, once in a lifetime opportunity, but they must act now as we turn in the pre-launch database in about a week! Once it goes into the company’s computer we will no longer be able to offer this extraordinary opportunity! If you’re currently a leader in a company where you are dissatisfied, now would be the time to make a move as you could position some of your key people on top of the India team and the rest into your second team so that you could generate a large check immediately! Don't wait! C.l.i.c.k on the link below now! Be sure to fill out the form and hit submit. When you do, you’ll be redirected to our company site where you can learn more about the company, the products, and the pay plan. http://topleader.givemeatopspot.com We look forward to having you on our team! The MLM Dream Team P.S. Keep in mind that the sooner you get positioned, the more leaders will end up below you, not to mention having the pre-launch database of over 7000 people put below you! http://topleader.givemeatopspot.com
(wrote on January 27 in the posting MEGABÔNUS, CONHEÇA A GRANDE OPORTUNIDADE QUE VAI MUDAR SUA VIDA, PARA MELHOR!!!)laninha98: claro que podemos ser amigos,eu entro no seu blog porque é útil,muito legal.parabens
(wrote on January 18 in the posting FGTS: quando e como o trabalhador pode sacar o saldo?)raquel: qual a alimentação correta, pois tenho artrite reumatoide, faço uso de corticoides. arava, e reuquinol, e estou acima do meu peso!
(wrote on January 7 in the posting Comida Certa para Prevenir Doenças!)Amaro: Parabéns, cara. Seu blog é muito bom. Usei até alguns textos seus, no meu blog: bahiaagloco.blogspot.com e em e-mails, dando o crédito claro.
(wrote on August 24, 2007 in the posting SEJAMOS SEMPRE ÁGUIA.....)vanessa2005: rsrrsrsrs mto legal esse site
(wrote on August 14, 2007 in the posting CAMPO URBANIZADO)barbie: é amizade é coisa muito valiosa,feliz daquele que tem bons amigos,bjusss
(wrote on July 11, 2007 in the posting A Beleza da Amizade)marinafadista: há coisas que dizemos num momento que ficam para a eternidade. gostei
(wrote on June 22, 2007 in the posting FRASES DO ANO!!!)Jesus esta voltando...: d+é melhor as gatinhas!!!!!
(wrote on June 5, 2007 in the posting MUNDO ANIMAL.........)adautonogueira: Muito bom o seu blog Sérgio, continue assim. Abraço.
(wrote on May 18, 2007 in the posting O PODER DA TRANSMISSÃO)
lifeiseasy:
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Terry
matheusmarcello: Muito legal esse seu blog cara
(wrote on May 3, 2007 in the posting 1 Bilhão de Internautas)

tuerte: por que o dinheiro do diabo e maldiçoado, dizem que quem serve a ele tem seu tempo marcado cheio de dor e fome de ser quem era.....
(wrote on September 2 in the posting O DINHEIRO DO DIABO!!!)